PULSOR 240 SC é um inseticida e acaricida sistêmico de amplo espectro, com ação rápida, utilizado no controle de diversas pragas em culturas agrícolas. Sua formulação contém o princípio ativo Clorantraniliprole, que atua de forma eficaz na interrupção do ciclo de vida dos insetos, seja na fase larval ou adulta.
Abaixo está a composição do produto:
O Clorantraniliprole, princípio ativo do PULSOR 240 SC, pertence à classe química dos diamidas. Sua ação ocorre por meio da interação com os canais de cálcio nas células musculares dos insetos, provocando paralisia e morte. O produto é altamente eficaz em pragas como:
PULSOR 240 SC é recomendado para uso em diversas culturas, incluindo:
A dose recomendada de PULSOR 240 SC variará de acordo com a cultura e o nível de infestação. Em geral, a aplicação deve seguir as diretrizes abaixo:
| Cultura | Dose recomendada (L/ha) |
|---|---|
| Soja | 0,5 - 1,0 |
| Milho | 0,75 - 1,5 |
| Cana-de-açúcar | 1,0 – 2,0 |
| Tomate | 0,5 - 1,0 |
| Algodão | 0,75 - 1,5 |
A aplicação deve ser realizada em um intervalo de 7 a 21 dias, dependendo do ciclo de vida da praga e das condições climáticas.
O uso do PULSOR 240 SC requer atenção especial quanto à segurança e ao ambiente. Siga as orientações abaixo:
O período de carência varia conforme a cultura e a aplicação. Recomenda-se:
PULSOR 240 SC pode ser misturado com outros defensivos agrícolas, mas recomenda-se realizar um teste de compatibilidade antes da aplicação. Evite misturas com produtos que apresentem reações adversas, como aumento de espuma ou precipitação.
O armazenamento de PULSOR 240 SC deve ser realizado em local fresco, seco e ventilado. Siga as recomendações:
O PULSOR 240 SC deve ser utilizado com responsabilidade, uma vez que a aplicação inadequada pode afetar a fauna e flora local. Evite aplicações em áreas sensíveis e respeite sempre as dosagens recomendadas para minimizar a contaminação do solo e da água.
PULSOR 240 SC é uma ferramenta eficaz no manejo de pragas, contribuindo para a produtividade agrícola. Contudo, o seu uso deve ser integrado a boas práticas de manejo integrado de pragas (MIP), promovendo a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.
Para mais informações, consulte sempre um engenheiro agrônomo ou especialista em defensivos agrícolas e siga as orientações específicas da bula e das normativas de segurança.
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